De acordo com a resolução Nº 661/2021 do Conselho Federal de Enfermagem, a função de classificação de risco e priorização é privativa do enfermeiro.

No entanto, o protocolo é mais abrangente e inclui os médicos em sua capacitação, pois eles podem atuar como auditores.

Para executar o protocolo de Manchester, o profissional deve ter realizado um curso de capacitação específica para este sistema. 

Além disso, para que os pacientes sejam atendidos com segurança, o enfermeiro em questão deve conseguir realizar os procedimentos com agilidade. 

A ideia é atingir um tempo médio de 4 (quatro) minutos para cada classificação, com um limite de quinze classificações por hora.

Vale destacar que a instituição deve oferecer toda a infraestrutura adequada para que o enfermeiro cumpra esta função. 


Última atualização: quinta-feira, 17 nov. 2022, 13:51