1. Fundamentos e Conceitos Essenciais
1.1. Conceito de acolhimento na Política Nacional de Humanização (PNH)
1.2. Acolher não é apenas atender: escuta qualificada e vínculo humanizado
1.3. Triagem, acolhimento e classificação de risco: diferenças e inter-relações
1.4. O que é classificação de risco? Princípios, objetivos e impacto na assistência
1.5. Apresentação do Protocolo de Manchester: conceito, estrutura e motivos da não utilização neste curso


2. Tipos de Classificação de Risco no Sistema de Saúde Brasileiro
2.1. Classificação de risco na Atenção Primária à Saúde (APS)
 • Objetivos e fluxos na APS
 • Organização do acesso e prioridades nas unidades básicas de saúde
 • Estratégias para acolhimento com escuta qualificada
2.2. Classificação de risco em Unidades de Urgência e Emergência (UPAs, Pronto Atendimentos)
 • Atendimento em portas abertas: acolhimento e organização do fluxo
 • Aplicação de protocolos clínicos assistenciais em triagem
 • Encaminhamentos e rede de regulação em situações críticas


3. O Papel das UPAs na Rede de Atenção às Urgências (RAU)
3.1. A função das Unidades de Pronto Atendimento no SUS
3.2. Diretrizes operacionais do Ministério da Saúde para UPAs 24h
3.3. Perfil clínico dos atendimentos nas UPAs e relação com a classificação de risco
3.4. Integração com hospitais de referência e SAMU: papel da classificação no encaminhamento


4. Metodologias Brasileiras de Classificação de Risco (sem uso do Protocolo de Manchester)
4.1. Modelos nacionais e regionais de classificação de risco
4.2. Classificação de Risco do Ministério da Saúde (cores)
 • Vermelho – Atendimento imediato
 • Laranja – Muito urgente
 • Amarelo – Urgente
 • Verde – Pouco urgente
 • Azul – Casos não urgentes
4.3. Classificação de Risco do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA)
4.4. Protocolos locais: a importância da adaptação às realidades regionais
4.5. Limitações dos protocolos importados e valorização da realidade brasileira


5. Parâmetros Utilizados na Avaliação de Gravidade
5.1. Sinais vitais como marcadores de prioridade: PA, FC, FR, SpO2 e temperatura
5.2. Avaliação neurológica: Escala de Coma de Glasgow e escala AVPU
5.3. Nível de dor: escalas subjetivas e objetivas
5.4. Sinais de sofrimento agudo: convulsões, vômitos, sangramentos, dispneia
5.5. Situações especiais: classificação de risco em crianças, idosos e gestantes


6. Atribuições do Enfermeiro na Classificação de Risco
6.1. Fundamento legal: respaldo do COFEN e resoluções pertinentes
6.2. Responsabilidades do enfermeiro frente à decisão clínica na triagem
6.3. A importância do registro adequado e do uso de linguagem padronizada
6.4. Gestão do tempo, priorização e escuta qualificada
6.5. Ética, autonomia e limites da atuação na triagem


7. Humanização e Comunicação no Acolhimento e Triagem
7.1. Comunicação terapêutica: técnica essencial para o acolhimento eficaz
7.2. Acolhimento de populações vulneráveis: pessoas em situação de rua, vítimas de violência e imigrantes
7.3. Como lidar com demandas agressivas, ansiedade e familiares exaltados
7.4. Humanização em ambientes de alta rotatividade e sobrecarga


8. Organização do Fluxo Assistencial nas Unidades de Atendimento
8.1. Etapas do acolhimento com classificação de risco: do ingresso à resolução
8.2. Fluxogramas de atendimento e organização de prioridades
8.3. Integração com o sistema de regulação para encaminhamentos hospitalares
8.4. Indicadores de desempenho e resolutividade na classificação de risco
8.5. Impactos da boa triagem na redução da superlotação e dos eventos adversos


9. Avaliação de Conhecimento e Encerramento do Curso
9.1. Orientações para a prova final online
9.2. Questões de múltipla escolha com base nos conteúdos do curso
9.3. Emissão de certificado mediante aprovação mínima de 70%
9.4. Disponibilização de material complementar para aprofundamento


Última atualização: quinta-feira, 29 mai. 2025, 08:54